PARTÍCULAS QUE PODEM ATRAVESSAR PAREDES
(Sem furar)
A nebulosidade de trajetórias no mundo subatômico pode levar a situações que desafiam o senso comum. Se você tivesse que lançar uma pedra numa janela de verdade, uma das duas coisas pode acontecer. Ou você a lança de vagar e a pedra ricocheteia, ou você a joga com força bastante e a janela se espedaça, fazendo que o dono da casa saia e lhe dê uma lição. Imagine agora que estamos no mundo subatômico, substituindo a pedra por um eletron e a janela por um arranjado de átomos atuando como uma barreira para o eletron. Na maioria das vezes, o eletro se comporta quase como a pedra. Quando ele não é lançado rapidamente, ele simplesmente salta da barreira e volta na direção da qual partiu. Quando ele está cheio de energia, por outro lado, ele atravessa rapidamente a barreira de átomos. Até agora nada fora do comum. Porém quando em quando alguns acontecimentos bizarros, típicos do submundo atômico, viram sua cabeça, e o eletron faz alguma coisa mais incomum. Ele pode voltar, ainda que ele tenha mais energia do que suficiente para atravessar a barreira. Porém o que é ainda mais bizarro é que ele pode miraculosamente aparecer do outro lado da barreira ainda que sua energia não seja muito suficiente para isso. É como se uma rocha lançada suavemente, em vez de ressaltar contra a janela, fizesse sua trajetória através da janela, mesmo sem quebrar a vidraça. O escritor de ficção francês Marcel Aymé, que escreveu um romance acerca de uma personagem que podia atravessar paredes, teria sido motivado a aprender que a mecânica quântica habilita talvez não seres humanos, mas pelo menos elétrons, a fazer esse truque. É como se o eletron cavasse uma espécie de túnel para conseguir passar pela barreira e aparecer do outro lado da mesma. Por isso, os físicos apelidaram o truque mágico precisamente de “efeito túnel.”
O princípio da incerteza de Heisenberg provê uma explicação para o por quê de elétrons que podem passar através de paredes e cruzar barreiras que parecem intransponíveis. Exatamente porque não podemos conhecer simultaneamente a posição e a velocidade de uma partícula subatômica, assim a mecânica quântica faz a energia de uma partícula elementar se tornar nebulosa em qualquer dado tempo. Esta nebulosidade permite que partículas emprestem energia da Natureza, que então faz o papel de um banco como se assim o fosse. É esta energia adicional que permite que as partículas cruzem barreiras. Mas há um preço. Esta energia emprestada não significa que seja para sempre. Quanto maior o empréstimo, tanto mais rápido ele tem que ser reposto. Assim, a partícula tem que agir muito rapidamente, se ela tem de deduzir qualquer beneficio ao emprestar energia. Muitas partículas recebem empréstimos que são insuficientes para cruzar a barreira. Elas simplesmente retrocedem. Entretanto, de tempos em tempos, uma partícula sortuda é a beneficiária de um expressivo empréstimo e faz sua travessia. Não pense que o “efeito túnel” existe somente na livre imaginação dos físicos. Enquanto você se deleita com seu concerto favorito no seu aparelho de som, você deve ser grato ao efeito túnel em fazer sua audição a mais agradável possível. É esse efeito que fazem alguns componentes eletrônicos nos aparelhos dos consumidores.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
Glória ao Senhor Jesus.
Disse nosso Senhor Jesus, Cristo: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
Portanto, é mentira de todos os que habitam nesta terra que dizem que supostos santos que estão nos céus podem interceder junto a Deus por nós, como quer a Igreja católica, quando diz que a bemaventurada Maria, mãe do Salvador, intercede por nós junto a Deus; porque ela não subiu ao céu, mas dorme com toda a descendência de Abraão. Do mesmo modo se pode dizer de todos os outros “santos” canonizados pela referida Igreja.
Portanto, só existe um mediador entre nós e Deus: Nosso Senhor Jesus Cristo, o Salvador do mundo e Rei do Universo.
Viva, pois, o Senhor Jesus, no Natal, e por toda a eternidade! Amém.
Leopoldino Ferreira.
Disse nosso Senhor Jesus, Cristo: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
Portanto, é mentira de todos os que habitam nesta terra que dizem que supostos santos que estão nos céus podem interceder junto a Deus por nós, como quer a Igreja católica, quando diz que a bemaventurada Maria, mãe do Salvador, intercede por nós junto a Deus; porque ela não subiu ao céu, mas dorme com toda a descendência de Abraão. Do mesmo modo se pode dizer de todos os outros “santos” canonizados pela referida Igreja.
Portanto, só existe um mediador entre nós e Deus: Nosso Senhor Jesus Cristo, o Salvador do mundo e Rei do Universo.
Viva, pois, o Senhor Jesus, no Natal, e por toda a eternidade! Amém.
Leopoldino Ferreira.
REALIDADE GLOBAL
O mundo quântico parece dotado de uma espécie de qualidade global (também chamado “holismo”) que transcende o tempo. Também parece que transcende o espaço, conforme o seguinte experimento imaginado por Einstein.
Einstein, o mágico da física do século vinte, não estava mais inclinado do que Schrödinger em aceitar que a realidade não é objetiva e que ela não pode existir independentemente de um observador, como Bohr e seus seguidores tinham aceitado. Einstein sentia que a nebulosidade quântica não podia ser inerente a Natureza, mas que ela meramente era o resultado da falta de sofisticação de nossos instrumentos de medida. Um inveterado determinista, ele acreditava firmemente que a realidade era regulada rigidamente por leis causais, e não casualmente pelas leis do acaso e da probabilidade. O mundo tinha que se assemelhar a um circuito de piscina, não um jogo de roleta.
Einstein não gastou muito esforço para procurar uma brecha na teoria quântica. Ele tentou incansavelmente fazer brotar cenários provando que uma interpretação probabilística da realidade subjetiva levava somente a absurdos. Por muito tempo, ele imaginou um número de situações que ele sentia que expunha a fraqueza da mecânica quântica. Porém Bohr sempre manejou rechaçá-las. Colocado em cheque, Einstein eventualmente desistiu de seu intento de provar que a mecânica quântica era falha, concentrando-se em vez disso num objetivo mais modesto para mostrar que ela era incompleta, e falhava em dar uma descrição compreensiva da realidade. Em 1935, ele e seus co-autores Nathan Rose e Boris Podolski criaram a seguinte experiência de pensamento, comumente referida com “experimento EPR” com as iniciais dos seus autores.
Considere, afirmavam eles, uma partícula decaindo espontaneamente em dois grãos de luz denotados por A e B. Devido a simetria, eles devem voar em direções diametralmente opostas. Para verificarmos isso é só desenvolver instrumentos de medida. Se A vai para oeste, detectamos B indo para leste. Até agora, nada parece fora do comum. Mas isso não leva em consideração as peculiaridades da mecânica quântica. Antes de ser detectada, A exibia o comportamento de uma onda, não uma partícula. Mas uma onda não é localizada, e A tem uma probabilidade não nula de ir em qualquer direção. Somente após ela ter sido detectada A se metamorfoseia numa partícula e “aprende” que estava se propagando para oeste. Mas se A não “sabia” antes da hora qual direção tomar antes de ser detectada, como poderia B “antecipar” o comportamento de A e ajustar seu próprio comportamento consequentemente de modo a ser detectada no mesmo momento na direção oposta? Isto não faz nenhum sentido, a não ser que A pudesse comunicar instantaneamente sua direção a B, mas isso violaria a teoria da relatividade, a qual impede que sinais viagem mais rápido do que a velocidade da luz. “Deus não envia sinais telepáticos”, argüia Einstein. Ele descreveu o conceito de comunicação instantânea depreciativamente como “ação fantasma a distância”, e concluiu que a mecânica quântica não fornece uma descrição completa da realidade. De acordo com Einstein, antes de se separar de B, A tinha já de saber qual direção devia tomar e de algum modo partilhar essa informação com B. A tinha uma realidade objetiva que de nenhum modo dependeria do fato de que mais tarde seria registrada pelo detector localizado a oeste. Essa realidade certa e determinista estava meramente “escondida” atrás da aparência da incerteza quântica e indeterminista (os físicos se referem a este ponto de vista como “teoria das variáveis escondidas”, sendo as variáveis em questão a posição e a velocidade de uma partícula).
Infelizmente, Einstein estava errado. O físico francês Alain Aspect da Universidade de Paris conduziu em 1980 uma série de experimentos com pares de fótons a fim de verificar a validade da hipótese EPR. Seus resultados validaram consistentemente a mecânica quântica. Não havia de fato “variáveis escondidas.” As falhas tão procuradas desesperadamente por Einstein na teoria permaneciam faltando claramente.
Se assim é, como se explica o fato de que B sempre parece conhecer instantaneamente o que A está fazendo? Isto constitui um problema somente se insistimos que a realidade é fragmentada e localizada em cada partícula. A dificuldade desaparece se estamos dispostos a aceitar que A e B são parte de uma realidade global. Não há necessidade para A enviar a B sinais que viajam mais rápidos que a luz, porque os dois quanta de luz estão em constante contacto através de alguma interação misteriosa. A realidade quântica despacha qualquer noção de localização. Os conceitos de “aqui” e “lá” se tornam sem sentido, pois “aqui” é idêntico a “lá”. O universo é um imenso sistema de partículas que interagem entre si. A mecânica quântica já tinha conferido um caráter holístico no tempo. Agora ela faz o mesmo com o espaço.
O mundo quântico parece dotado de uma espécie de qualidade global (também chamado “holismo”) que transcende o tempo. Também parece que transcende o espaço, conforme o seguinte experimento imaginado por Einstein.
Einstein, o mágico da física do século vinte, não estava mais inclinado do que Schrödinger em aceitar que a realidade não é objetiva e que ela não pode existir independentemente de um observador, como Bohr e seus seguidores tinham aceitado. Einstein sentia que a nebulosidade quântica não podia ser inerente a Natureza, mas que ela meramente era o resultado da falta de sofisticação de nossos instrumentos de medida. Um inveterado determinista, ele acreditava firmemente que a realidade era regulada rigidamente por leis causais, e não casualmente pelas leis do acaso e da probabilidade. O mundo tinha que se assemelhar a um circuito de piscina, não um jogo de roleta.
Einstein não gastou muito esforço para procurar uma brecha na teoria quântica. Ele tentou incansavelmente fazer brotar cenários provando que uma interpretação probabilística da realidade subjetiva levava somente a absurdos. Por muito tempo, ele imaginou um número de situações que ele sentia que expunha a fraqueza da mecânica quântica. Porém Bohr sempre manejou rechaçá-las. Colocado em cheque, Einstein eventualmente desistiu de seu intento de provar que a mecânica quântica era falha, concentrando-se em vez disso num objetivo mais modesto para mostrar que ela era incompleta, e falhava em dar uma descrição compreensiva da realidade. Em 1935, ele e seus co-autores Nathan Rose e Boris Podolski criaram a seguinte experiência de pensamento, comumente referida com “experimento EPR” com as iniciais dos seus autores.
Considere, afirmavam eles, uma partícula decaindo espontaneamente em dois grãos de luz denotados por A e B. Devido a simetria, eles devem voar em direções diametralmente opostas. Para verificarmos isso é só desenvolver instrumentos de medida. Se A vai para oeste, detectamos B indo para leste. Até agora, nada parece fora do comum. Mas isso não leva em consideração as peculiaridades da mecânica quântica. Antes de ser detectada, A exibia o comportamento de uma onda, não uma partícula. Mas uma onda não é localizada, e A tem uma probabilidade não nula de ir em qualquer direção. Somente após ela ter sido detectada A se metamorfoseia numa partícula e “aprende” que estava se propagando para oeste. Mas se A não “sabia” antes da hora qual direção tomar antes de ser detectada, como poderia B “antecipar” o comportamento de A e ajustar seu próprio comportamento consequentemente de modo a ser detectada no mesmo momento na direção oposta? Isto não faz nenhum sentido, a não ser que A pudesse comunicar instantaneamente sua direção a B, mas isso violaria a teoria da relatividade, a qual impede que sinais viagem mais rápido do que a velocidade da luz. “Deus não envia sinais telepáticos”, argüia Einstein. Ele descreveu o conceito de comunicação instantânea depreciativamente como “ação fantasma a distância”, e concluiu que a mecânica quântica não fornece uma descrição completa da realidade. De acordo com Einstein, antes de se separar de B, A tinha já de saber qual direção devia tomar e de algum modo partilhar essa informação com B. A tinha uma realidade objetiva que de nenhum modo dependeria do fato de que mais tarde seria registrada pelo detector localizado a oeste. Essa realidade certa e determinista estava meramente “escondida” atrás da aparência da incerteza quântica e indeterminista (os físicos se referem a este ponto de vista como “teoria das variáveis escondidas”, sendo as variáveis em questão a posição e a velocidade de uma partícula).
Infelizmente, Einstein estava errado. O físico francês Alain Aspect da Universidade de Paris conduziu em 1980 uma série de experimentos com pares de fótons a fim de verificar a validade da hipótese EPR. Seus resultados validaram consistentemente a mecânica quântica. Não havia de fato “variáveis escondidas.” As falhas tão procuradas desesperadamente por Einstein na teoria permaneciam faltando claramente.
Se assim é, como se explica o fato de que B sempre parece conhecer instantaneamente o que A está fazendo? Isto constitui um problema somente se insistimos que a realidade é fragmentada e localizada em cada partícula. A dificuldade desaparece se estamos dispostos a aceitar que A e B são parte de uma realidade global. Não há necessidade para A enviar a B sinais que viajam mais rápidos que a luz, porque os dois quanta de luz estão em constante contacto através de alguma interação misteriosa. A realidade quântica despacha qualquer noção de localização. Os conceitos de “aqui” e “lá” se tornam sem sentido, pois “aqui” é idêntico a “lá”. O universo é um imenso sistema de partículas que interagem entre si. A mecânica quântica já tinha conferido um caráter holístico no tempo. Agora ela faz o mesmo com o espaço.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Baixa Estima
BAIXA ESTIMA
Parece que não há povo no mundo que tenha mais baixa estima do que o brasileiro; e o paraense diz “arreda!”. O que é que tem haver o nome Mário Covas com o Pará? É o caso da rodovia que tem esse nome. É mais uma babaquice paraense, ou recalque de subsubdesenvolvido.
Para tirar esse complexo de inferioridade é bom que se dê uma olhada no tal “sul maravilha”.Rigorosamente parece apenas menos pior do que aqui. Em questão de subdesenvolvimento a tecnologia de quase tudo que existe no país é copiada. Temos algum carro genuinamente nacional? Os nomes vão desde Wolkswagem do Brasil, Ford do Brasil, etc. E na aviação? Tivemos um pioneiro, o Santos Dumont, mas tudo que ele realizou foi na França; e atualmente só construímos aviões com tecnologia importada e conhecimento já vencido em outros países desenvolvidos. Nossa indústria farmacêutica? Ah! Quem dera que o Viagra fosse nosso! A empresa dele já faturou bilhões de dólares no mundo inteiro; e, se não fosse a penicilina, descoberta por Fleming, as nossas putas já estariam podres de gonorréia, e a gente sem pênis. E a informática? Abra o seu computador e veja onde foram manufaturadas a placa-mãe com toda sua micro-eletrônica. E a nossa tecnologia espacial? Nem saímos do chão! Lembram-se do desastre da base de Alcântara no supersuperdesenvolvido Maranhão no qual se perderam 21 preciosas vidas de técnicos e cientistas?
Ora, os “sulistas” se gabam que fabricam essas coisas, sobretudo em São Paulo; deveriam fazer um melhor insight e reconhecer que isso tudo vem de fora, onde estão as matrizes de tal suposto desenvolvimento.
Com essa arenga alguém pode perguntar:“Vocês são burros ?” Provavelmente não! A burrice está na ralé de alto e baixo coturno que há muito tempo desgoverna este país, que, a princípio, era carimbado de subdesenvolvido; agora é chamado de “emergente” pelas potências fianceiras-tecnológicas que gerenciam o mundo.
Alguém já disse que uma grande nação se constrói no tripé: educação, saúde, e segurança. A primeira, o Brasil ganhou recentemente, de certo organismo da ONU (que é um fórum de vadios) o lugar 53º, na frente só de uns três miseráveis paises africanos; a segunda, conforme o presidente Lula, “já chegou à perfeição” – sem comentários! – e a terceira, o Brasil deveria ganhar o prêmio Nobel...
Por isso, salve os portugueses que têm uma legítima indústria de vassouras...
Parece que não há povo no mundo que tenha mais baixa estima do que o brasileiro; e o paraense diz “arreda!”. O que é que tem haver o nome Mário Covas com o Pará? É o caso da rodovia que tem esse nome. É mais uma babaquice paraense, ou recalque de subsubdesenvolvido.
Para tirar esse complexo de inferioridade é bom que se dê uma olhada no tal “sul maravilha”.Rigorosamente parece apenas menos pior do que aqui. Em questão de subdesenvolvimento a tecnologia de quase tudo que existe no país é copiada. Temos algum carro genuinamente nacional? Os nomes vão desde Wolkswagem do Brasil, Ford do Brasil, etc. E na aviação? Tivemos um pioneiro, o Santos Dumont, mas tudo que ele realizou foi na França; e atualmente só construímos aviões com tecnologia importada e conhecimento já vencido em outros países desenvolvidos. Nossa indústria farmacêutica? Ah! Quem dera que o Viagra fosse nosso! A empresa dele já faturou bilhões de dólares no mundo inteiro; e, se não fosse a penicilina, descoberta por Fleming, as nossas putas já estariam podres de gonorréia, e a gente sem pênis. E a informática? Abra o seu computador e veja onde foram manufaturadas a placa-mãe com toda sua micro-eletrônica. E a nossa tecnologia espacial? Nem saímos do chão! Lembram-se do desastre da base de Alcântara no supersuperdesenvolvido Maranhão no qual se perderam 21 preciosas vidas de técnicos e cientistas?
Ora, os “sulistas” se gabam que fabricam essas coisas, sobretudo em São Paulo; deveriam fazer um melhor insight e reconhecer que isso tudo vem de fora, onde estão as matrizes de tal suposto desenvolvimento.
Com essa arenga alguém pode perguntar:“Vocês são burros ?” Provavelmente não! A burrice está na ralé de alto e baixo coturno que há muito tempo desgoverna este país, que, a princípio, era carimbado de subdesenvolvido; agora é chamado de “emergente” pelas potências fianceiras-tecnológicas que gerenciam o mundo.
Alguém já disse que uma grande nação se constrói no tripé: educação, saúde, e segurança. A primeira, o Brasil ganhou recentemente, de certo organismo da ONU (que é um fórum de vadios) o lugar 53º, na frente só de uns três miseráveis paises africanos; a segunda, conforme o presidente Lula, “já chegou à perfeição” – sem comentários! – e a terceira, o Brasil deveria ganhar o prêmio Nobel...
Por isso, salve os portugueses que têm uma legítima indústria de vassouras...
Assinar:
Postagens (Atom)